|
Aspectos Nutricionais
Aspectos alimentares: tanto o cabelo quanto a pele e as unhas,
encontram-se em constante renovação e o metabolismo e
regeneração deles se relacionam de maneira direta com o tipo de
alimentação, da mesma forma que a beleza essencial.
Com respeito ao cabelo, as células do bulbo piloso apresentam a
característica de ter uma velocidade reprodutiva maior do que as
outras do organismo. Eis a razão de porque o crescimento do
cabelo é rápido e, além disso, de porque está condicionado aos
transtornos do metabolismo ou do sistema endócrino. Ter cabelo
seco ou oleoso demais, ou o que é pior, a queda do cabelo, são
sinais de que existe um problema interno no organismo. Como já
foi dito antes, os nutrientes dos alimentos e o metabolismo
mantém uma relação direta e esse, por sua vez, com o crescimento
do folículo piloso. É por isso que a feição do cabelo se liga
estreitamente com o tipo de alimentação das pessoas.
As deficiências nutritivas acabam por enfraquecer a estrutura do
folículo piloso, acarretando quebras e uma regeneração lenta.
Isso faz com que o cabelo perca a beldade natural. Os
transtornos podem ser corrigidos com uma dieta apropriada e
equilibrada. Entre os micronutrientes, os mais importantes são a
vitamina A, vitamina B, biotina, vitamina C, cobre, ferro,
zinco e cromo e, dentro dos macronutrientes, os mais
relevantes são as proteínas. É importante lembrar a importância
que tem beber água diariamente, pois ela está presente em todos
os processos metabólicos. De vez em quando pode se sofrer
estados temporais de desidratação durante o exercício intenso ou
a prática de esportes. Logo, a falta de vitaminas, minerais ou
de proteínas pode provocar fraqueza, fragilidade e queda do
cabelo. A falta de ferro das pessoas anêmicas ou as que sofrem a
deficiência de ferro sem ter anemia pode produzir o estrago do
cabelo e até a sua queda.
Os macronutrientes e queda do cabelo (as proteínas e
gorduras)
Em alguns tipos de dietas hipocalóricas, a proporção de
proteínas diminui por baixo da necessidade diária. Isso faz com
que o cabelo cresça fraco, adotando um aspecto mais fino, opaco
e deixando a beleza inerente do lado. Daí, o cabelo fica
quebradiço, as suas pontas se abrem, e o que é mais importante,
a queda é precoce. Para manter uma boa contribuição de proteínas
de alta qualidade biológica, devem ser inclusos no regime ovos,
laticínios e peixes. A colaboração das gorduras na alimentação
está determinada pela presencia das de origem vegetal (frutos
secos e azeite) as quais evitam ter o cabelo seco e quebradiço.
Outro tipo de gordura que não pode faltar para o crescimento do
cabelo é o ácido linoléico (encontra-se no óleo de girassol e de
soja) que é fundamental para que o cabelo cresça forte e
brilhoso. Com frequência, as pessoas que se alimentam com dietas
com uma alta porcentagem de gorduras ou hidratos de carbono,
elas podem apresentar eczema e prurido no couro cabeludo. Por
causa disso, sofrem de coceira e fraqueza da raiz capilar.
Os micronutrientes e a queda do cabelo: a Biotina, o ácido
fólico, o cromo e o zinco.
 |
A união de biotina e ácido fólico é necessária para o
metabolismo dos tecidos que têm células de multiplicação rápida,
como é o caso dos tegumentos (as superfícies externas do corpo).
Para as pessoas que seguem uma dieta sadia, a deficiência de
biotina é estranha. Além de sorvê-la nas comidas, a biotina se
gera pelas bactérias saprófitas intestinais. Ela se encontra nos
ovos, no fígado e nos cereais. O ácido fólico, além de
participar na multiplicação celular das células epidérmicas e do
bulbo piloso, age na formação de leucócitos, eritrócitos e na
síntese de diversos neurotransmissores. |
O ácido fólico se acha nas verduras, nas laranjas, nas
beterrabas, nos brócolis, no fígado e em alguns cereais. Muitos
dermatologistas são consultados por pessoas que sofrem de queda
do cabelo, que está ligada ao tipo de alimentação. Para que a
dieta seja adequada e completa tem que existir equilíbrio nos
micronutrientes (vitaminas, minerais e eletrólitos). Entre os
últimos os mais importantes são o zinco e o cromo, pois intervêm
em vários processos bioquímicos do organismo. A falta de zinco
na dieta pode ser provocada por escolher uma dieta hipocalórica,
pelo déficit na absorção intestinal, pela ingestão de bebidas
alcoólicas ou pelo consumo de determinados medicamentos, como os
diuréticos. Os níveis de zinco no sangue inferiores aos normais
podem produzir que o cabelo da pessoa seja seco e quebradiço
antecipando a queda precoce. A deficiência de cromo na dieta
pode causar transtornos no metabolismo dos glícidos e das
gorduras. Isso modifica os níveis de glicose e colesterol
sanguíneos. Chama a atenção que essas pessoas podem sofrer queda
difusa e acréscimo do nível do açúcar no sangue, como os
pacientes diabéticos.
O que se deve comer para evitar o debilitamento da beleza do
cabelo e a queda posterior.
Existem certos tipos de alimentos que quando engolidos
adequadamente, no horário certo e em quantidades e proporções
suficientes, podem melhorar e acrescentar o trofismo piloso,
provocando um crescimento vigoroso do cabelo. As faneras, os
complementos visíveis da pele, tais como as unhas, a pele e o
couro cabeludo podem melhorar a sua feição com uma dieta
adequada. Os vegetais, representados pelas saladas e as frutas,
teriam que constituir a terceira parte dos alimentos consumidos
pelo menos cinco dias por semana. Para um equilíbrio energético,
o organismo precisa dos carboidratos. Eles se acham de maneira
abundante nas verduras, frutas e cereais. Com respeito às
proteínas, você as pode engolir principalmente nas carnes, nos
ovos, no leite, nos legumes e nos cereais. Para um equilíbrio
energético no nosso organismo os carboidratos são os melhores.
Esses se encontram nas frutas e nos cereais integrais. Os
laticínios que sejam ingeridos devem ser desnatados e de baixas
calorias. Sobre a incorporação dos carboidratos do alto índice
glicêmico na alimentação, é necessário que se reduza o consumo
das batatas, das massas e do pão uma vez que eles se tornam
glicose e estimulam a produção de insulina. A respeito das
bebidas alcoólicas, recomenda-se beber com moderação posto que o
excesso pode baixar os níveis de zinco, ácido fólico e vitamina
C e B. A pessoa deveria restringir a quantidade de café bebido
por dia a uma xícara pequena diária, pois o excesso da cafeína
pode reduzir os níveis de vitamina B e C e a concentração de
certos minerais como o zinco e o potássio. Não é aconselhável
que na dieta se acrescentem comidas ricas em gorduras, fritos,
chocolates e sorvetes.
|